Após 132 dias de seca, chove em Brasília.

Tenho me preparado para o dilúvio, caminhando noite e dia por uma estreita e longa estrada, em busca do encontro com um monte.

Um dia construirei um barco ao norte da antiga mesopotâmia, no vale do maciço vulcânico do Ararat. Lá, onde, então, não saberei estar na Anatólia Oriental, no Curdistão ou na Armênia Ocidental.